domingo, 31 de maio de 2015

Mães, ahhhh as mães!

Nada como ter mamãe por perto, não é verdade? Quando somos adultos, a valorização da mãe vai ao nível máximo, calculo eu, quando você mora sozinha a depois volta a ter mamis em casa.

Você vai dizer que estou louca, que é muito difícil a adaptação, que as constantes intervenções na sua vida são um saco e eu concordo com tudo isso. 

Mas, me diga, tem coisa melhor que não precisar nem preparar a comida nem organizar a marmita pra levar pro trabalho, e ainda assim saber que provavelmente a comida vai estar melhor do que se você tivesse feito com suas mãos?



E a certeza de que o cachorro não vai ficar sem água? E as roupas brancas merecendo esse nome porque só as mães conseguem fazer o milagre da branquezatização das roupas? 


Ah minha gente é vantagem demais pra rebater os problemas.

Uma das minhas preferidas é a materialização da toalha de banho quando você grita “mãeeeeeee” lá de dentro do banheiro. Eu adoro essa. Gente eu adoro demais. 


Eu não tenho palavras pra dizer o quando me irritava estar tomando banho e imaginar que eu teria que sair pelada pingando pela casa (que depois eu mesma ia ter que secar), e tentando me cobrir minimamente ao passar pela janela, porque mais uma vez eu tinha esquecido da droga da toalha.

Se você está aí pensando que sou uma balzaquiana mimada, pode continuar, porque, de verdade, eu nem ligo! Ehehehe Acho tudo de bom ser uma balzaquiana mimada e, aliás, sou eu que pago minhas contas (de dinheiro e as outras, mais sutis), então, me deixe ser feliz com minha mãe milagrosa.


Quando eu li uma notícia no G1, porém, percebi que tem gente bem pior que eu por aí. Afinal, meu Deus, a que ponto pode chegar a obsessão por chamar a mãe pra tudo, viu minha gente!!

Pense que dois aborrecentes, um de 15 e outro de 16, estavam caminhando lá por algum lugar na Inglaterra. E eis que o inesperado acontece: eles caem na areia movediça.

Como não estamos mais na idade da pedra, os dois sortudos tinham uma opção melhor que se agarrar a um cipó e tentar enlouquecidamente sair do local, como sempre acontece nos desenhos animados – eles podiam usar o incrível, infalível, insubstituível telefone celular. Maravilhas do mundo moderno.
E aí então um deles conseguiu pegar o celular, e ele não caiu na areia, não estava estragado, tinha crédito, e, mais incrível ainda, tinha sinal, tudo facilitando um final feliz. Então, o pestinha chamou a emergência, claro.


Só que não.
Ele chamou a mãe. Não foi tipo “mãeeeee, traz minha toalha”, foi tipo “mãeeee me tira da areia movediça”. Bem lógico. E ainda dizem que adorrecentes não se dão bem com as mães. Mas na hora que a areia movediça bate na bunda, né?


Bom, resumindo, a mãe chamou a emergência e tudo ficou bem, graças a Deus. Se você acha que eu to inventando essa história, vê lá no G1.


E viva as mães!!!