quarta-feira, 29 de julho de 2015

Mais uma delícia, mega prática!

Olá pessoas!!!

Hoje vou compartilhar com vocês um dos doces mais deliciosos que existe (na minha opinião) e que tem a mega super ultra vantagem de ser a coisa mais fácil de fazer do século. É sério, qualquer pessoa, mesmo aquela que na cozinha só sabe cozinhar ovo (porque fritar é complicado demais, rsrs) pode fazer um mousse de limão.



E melhor que isso, quase todo universo gosta de mousse de limão. Claro que sempre há exceções, mas para estes existem os mousses de maracujá, laranja, caju, enfim, dá pra fazer com qualquer suco de fruta, sem muito mistério.

Tem gente que faz até com suco em pó, da mesma forma que vou ensinar a fazer com limão, e aí a variedade de sabores é infinita, mas eu sempre acho que o sabor fica diferente do que fazer com a fruta ou com suco concentrado (no caso do mousse de maracujá, eu uso esse suco concentrado).

Vamos à receita:

Ingredientes:

Meio copo de suco de limão (aqui você pode regular conforme o seu gosto, sempre tendo em mente que quanto mais suco, mas azedinho ele vai ficar. Também não vai exagerar e colocar 4 copos de suco de limão, porque pode estragar a receita. A não ser que você queira aumentar a quantidade, aí tem que aumentar tudo na mesma proporção);
1 caixinha de creme de leite;
1 caixinha de leite condensado;

Preparo:

Bata um pouquinho no liquidificador o leite condensado com o creme de leite e, sem desligar o aparelho, acrescente devagar o suco de limão. Bata até ficar mais consistente (o que acontece bem rápido), e está pronto!!!

Barbada né?

Para servir, coloque em uma travessa bonitinha e rale um pouco de casca de limão por cima, pra dar aquele charme e um sabor extra!


E depois disso, é só comer que nem uma louca (o), rsrs. 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Realização pela doação


Por Mônica Mendes Alves*

O voluntário é todo aquele que no seu interesse pessoal, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma a diversas formas de atividades de bem estar social, organizadas ou não.

Creio eu que, todo voluntário é um agente de transformação, que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade; doando seu tempo e conhecimentos, realizando um trabalho gerado pela energia de seu próprio impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo, como às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político ou emocional.

Quando me refiro ao voluntário, engajado, participante e consciente, diferencio também o seu grau de comprometimento, pois existem ações pontuais, temporárias e até mesmo as esporádicas. Esses trabalhos podem acontecer em hospitais, clínicas, abrigos de idosos, ou até mesmo em centro comunitários.

Enfim.... cada trabalho que me envolvo, que participo, me sinto renovada, transformada... Ver a alegria em cada trabalho realizado, ver a satisfação que cada um tem, me deixa mais em paz comigo.

Esse trabalho é tão gratificante que aqui mesmo no Brasil, o Dia Nacional do Voluntariado foi instituído em 28/08/1985 e, internacionalmente é comemorada a data é comemorada em 5 de dezembro. A data foi proclamada pela ONU também em 1985, ambas com o objetivo de reconhecer e destacar a ação das pessoas que doam tempo e talento para causas de interesse pessoal e o bem da comunidade geral.

*atualmente Mônica Mendes Alves é voluntária no Albergue Noturno Pousada da Paz, de Tubarão, onde é professora do curso de informática básica.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Programação cultural, opção nessa chuvinha

Olá pessoas!!!

Final de semana quase começando e, com essa chuvinha em SC, que tal apostar nas opções culturais pra garantir uma diversão bacana?

Quem ainda não esteve no Cine Mussi, em Laguna, depois da reforma, ou também pra quem já esteve, é um programação legal, O lugar ficou lindo!!




Eu estive lá em maio e adorei o lugar, o conforto e a atração. Neste final de semana, tem uma programação bacana pra quem gosta de teatro e de música. Dá uma olhada:

24/07 Sexta-feira às 20h - Espetáculo de teatro:
Sorte no Sertão - Cia da Desmontagem (Imbituba/SC)

Conta a rotina de dois irmãos que sonham com a  cidade grande, na expectativa de mudarem de vida. Porém, a visita inesperada de uma popstar da música os levará a muitas redescobertas e revelações, através de um mundo fantástico ameaçado pela cobiça e a falta de esperança.

26/07 Domingo às 20h - Rede Sesc de Música:
Show DUDU FILETI

Destaque para a passagem pelo programa The Voice Brasil, da Rede Globo, nos anos de 2013 e 2014.  Dudu aposta no seu trabalho solo “AMIZADE”, Neste primeiro trabalho solo, estão reunidas composições de Dudu, Alegre e outros compositores catarinense, além de releituras de sucessos como, "Trem das Onze” de Adoniram Barbosa e “Tente Outra Vez” de Raul Seixas.

As atrações são gratuitas, e basta ir até a bilheteria e retirar os ingressos (que são limitados ao espaço). A bilheteria abrirá 1h antes de cada evento para disponibilização dos ingressos, e ficará aberta até o inicio da sessão ou término dos ingressos.

E se você estiver indo de outras cidades, de quebra vai passar por aquela maravilhosa que ficou a Ponte Anita Garibaldi e que nós ainda não cansamos de contemplar, não é?



Aproveitem!!!


terça-feira, 21 de julho de 2015

Sobre tempo e abandono

Gente sei que estou sumida, e, em função de meu histórico (ehehe) muitos me perguntam se vou "abandonar" o blog por mais um tempo.

A resposta é: definitivamente não! Coloquei ele como uma de minhas metas e estou adorando cumprir essa meta da minha vida.

Tenho dois novos artigos maravilhosos de duas lindas colaboradoras esperando para serem publicados e desde já agradeço a essas lindezas por colaborarem com este espaço.

Também tenho uma lista enorme de posts pra fazer, uma penca de receitas que separei pra passar, muito material bacana para editar.

Tenho tudo, só não tenho tempo!!!

Então, o que ocorre é que eu tenho um emprego  - sou jornalista e repórter de um jornal diário. Acontece que, como todo jornalista, sou viciada em free lance (mentira, a verdade é que precisamos deles porque o salário de jornalista tá complicado).

Então eu tenho free lance, vários, que ocorrem em diferentes datas, épocas e formas. Hoje, estou fazendo um que está sendo uma delícia - a revista.DS, sobre a qual vou falar mais aqui depois, e que já me deu um presente lindo: a oportunidade de fazer uma das entrevistas que entrou na lista das que mais me marcou nesses 15 anos de jornalismo. Quer saber com quem? Depois eu conto! :=)

Mas enfim, este "freela", como chamamos carinhosamente, está tomando todas as horas livres da minha vida, aquelas em que não estou tomando banho, dormindo ou comendo, pra ser mais exata!


Mentira, tem rolado uma diversãozinha com as amigas, mas também sou filha de Deus.

Além disso tem a vida que não pode deixar de ser vivida - levar mamis no médico, ir no mercado, Centro Espírita, voluntariado, passear com os cachorros, etc e tals,

Mas todo esse blá, blá, blá é pra dizer que eu breve voltaremos com força total!

Aguardem e não se arrependerão, prometo!

Por hora um beijo e, por favor, me desejem boa sorte com meu trabalho!!!


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Dança do Ventre, suas origens e a realidade atual



Por Cinara Klein

De origem ritualística com fins religiosos, a dança do ventre migrou para o Ocidente, diluiu-se enquanto espiritualidade, e ficou reduzida a uma dimensão de entretenimento.

Existem muitas controvérsias com relação à origem da Dança do Ventre. Não se sabe ao certo a data e a região onde surgiram as primeiras danças dos rituais de fertilidade. Os principais registros afirmam que as danças realizadas nos rituais sagrados surgiram em várias regiões do Oriente como Egito, Suméria, Pérsia e Turquia. A data aproximada é de 7.000 A.C.

A dança realizada nos rituais era de caráter religioso, numa época em que a religião tinha uma grande importância na vida diária das pessoas. Aos poucos, a dança foi perdendo essa característica de ritual e passou por uma transição, tornando-se também entretenimento.

Por ser uma forma de expressão ousada e sensual, segundo Wendy Buonaventura (1998), começou a gerar polêmica entre homens e mulheres. Ao mesmo tempo em que todos gostavam de assistir às bailarinas dançando, não a consideravam uma atividade aceitável para mulheres de respeito.

Esse preconceito era mais forte com relação às ciganas (gawasee); elas dançavam nas ruas e praças, divertindo seus espectadores, mas não eram consideradas dignas de confiança. As "gawasee" eram discriminadas na sociedade por terem hábitos diferentes e serem minoria naquela região do Cairo. Elas eram pobres e dançavam para ganhar dinheiro, assim como outros animadores.

Apesar disto, a dança foi se desenvolvendo e sendo praticada também por mulheres versadas em artes, as "awalim", que eram cultas e requintadas. Estas bailarinas dançavam em festas e lugares luxuosos, utilizando o véu como acessório. Em meados do séc. XIX, surgiu a dança "Baladi" (dança solo feminina), que causou grande fascínio no mundo inteiro, marcando a Era Orientalista, e a dança espalhou-se pelo Ocidente.

Surgiram bailarinas que ficaram famosas por seu estilo marcante. Mesmo existindo muitos obstáculos no caminho, a dança disseminou-se pelo mundo provocando grande fascínio em homens e mulheres. Por ser uma forma livre de expressão, provocava emoção nas pessoas. Depois que se alastrou no mundo, foi adquirindo traços de outras danças, caracterizando o que conhecemos hoje por "dança do ventre clássica".

Assim, a dança passou a fazer parte de grandes espetáculos, atraindo mulheres do mundo inteiro que começaram a praticá-la. Atualmente, existe a dança do ventre moderna, que mistura passos de outras danças e exige um figurino mais contemporâneo, com muito brilho. Esse estilo proporciona interação entre o público e a bailarina, como na época das "gawasee". Por isso, acredito que, mesmo tendo surgido muitas mudanças e vários estilos dentro dessa dança de origem sagrada, sua essência ainda permanece. A dança do ventre sempre proporcionou inúmeros benefícios para suas praticantes, e vem sendo estudada e analisada ao longo dos anos.

A realidade brasileira
A dança do ventre vem sendo difundida no mundo inteiro, conforme a cultura de cada País. No Brasil, podemos encontrar bailarinas tanto nas grandes cidades, como em lugares com menor número de habitantes. Ainda assim, a dança do ventre não é devidamente reconhecida no mundo da arte pois, infelizmente, as pessoas que realmente conhecem e entendem o que ela representa, geralmente são as que têm alguma ligação com as bailarinas e que estão mais integradas no processo.



As pessoas em geral ainda não demonstram muito interesse nos espetáculos de dança do ventre, a não ser para assistir bailarinas da própria família ou com algum elo de amizade. Ouve-se muito que as apresentações são repetitivas, cansativas e que falta criatividade. Em parte, até concordo: os espetáculos geralmente são muito parecidos e os temas quase sempre são os mesmos, mas acredito que isso já está mudando. No mundo em que vivemos, a liberdade de expressão é fundamental para quem acredita nas mudanças; como a dança é uma forma de expressão, já existem bailarinas que acreditam que a dança deve ser livre, para, através dela, expressar nossos sentimentos mais profundos.

Em Porto Alegre, já tivemos alguns exemplos de espetáculos que se destacaram pelo seu propósito. Um deles, que posso citar, foi a "Dança do Verde", que trazia como tema a preservação do meio-ambiente (clique abaixo para ver o vídeo).



Foi um espetáculo que obteve um retorno real do público, inclusive de pessoas que não eram ligadas e nem conheciam a dança do ventre. Houve uma boa repercussão e o objetivo principal foi atingido, pois as organizadoras do evento e as bailarinas conseguiram sensibilizar as pessoas.

Houve também outros espetáculos em que o elenco conseguiu tocar o público, por isso acredito que a área da dança poderá crescer através da vontade e liberdade das pessoas de se expressarem através dessa arte, que merece ser apreciada por seu real valor e livre de preconceitos.


Parece difícil tocar as pessoas através da dança, mas não é algo impossível. Quando nos entregamos para a dança de corpo e alma, com um propósito, as pessoas sentem. Felizmente, podemos contar com muitas bailarinas e profissionais da dança que realizam um ótimo trabalho neste meio, com a intenção e o propósito de sensibilizar as pessoas com a dança e toda a beleza que a envolve.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Vamos falar de novidade?

Olá pessoas!!! Este post é para falar de uma novidade que o Resenhas Femininas vai trazer a partir de amanhã. Se você já leu o “Quem somos” que está na barra aí em cima vai ver que ali diz que a intenção é que o blog tenha colaboradores, pessoas que escrevam sobre temas variados e que acrescentem suas experiências para nós.

Então, vamos inaugurar a tag “outros autores” com um assunto que sempre desperta muito interesse, em especial entre nós mulheres – a dança.

E para falar sobre o assunto, a convidada de honra para o primeiro post é a maravilhosa bailarina Cinara Klein, que acumula alguns anos de experiência com essa dança fascinante.

Além de ser a melhor e a mais linda bailarina de dança do ventre, a Cinara é também minha irmã, mas eu não convidaria ela pra falar sobre o tema se ela não “entendesse do riscado”, como se dizia antigamente (agora declarei oficialmente que estou ficando velha).

Aliás, nós somos duas irmãs apaixonadas pela dança, com a diferença de que uma sabe dançar, é bailarina, coreógrafa e professora, e a outra é apenas apaixonada (rsrs). Embora eu seja uma amante da dança em geral e fascinada pela beleza dessa atividade, a “minha” dança, aquela que me deixa fora do corpo, que me cativa, que me faz estremecer é a dança de salão.

Fui praticante durante anos – isso não quer dizer que eu saiba dançar, apenas que eu fazia aula e me empenhava muito – e hoje não pratico apenas porque não existe dança de salão em Tubarão (se alguém souber de algum grupo que eu não tenha conhecimento, por favor, me avise porque eu já procurei por cada canto dessa cidade).

Já a Cinara se apaixonou e se encontrou na dança do ventre, fazendo dela inclusive profissão. Acredito que, mesmo sendo danças bem diferentes, foi a minha irmã que me estimulou a procurar a dança de salão.

Isso porque eu sempre quis fazer, mas tinha vergonha, medo de não conseguir aprender, etc, etc, etc. Mas, como ela já estava super envolvida com a dança do ventre e vivia me estimulando, eu acabei tomando coragem e comecei a fazer aula de salão e descobri que a dança é uma atividade para todos – homens, mulheres, adultos, crianças,  e até para as desengonçadas como eu.

Essa minha história de amor com a dança de salão ainda vou contar de forma mais detalhada por aqui, mas voltando ao tema dança do ventre, quem nunca se imaginou dançando linda e quase mágica, com aqueles figurinos fantásticos, aqueles olhares sensuais e aqueles movimentos tão delicados?

Você sabia, no entanto, que a origem desta dança é de rituais religiosos, muito mais antigos do que podemos imaginar? Pois quem vai contar um pouco dessa história pra gente é a Cinara, no post de amanhã aqui no blog.


Enquanto isso, fiquem com um lindo vídeo de uma apresentação que levou o primeiro lugar do  Porto Alegre em Dança 2008, na categoria Folclore de Projeção, com as bailarinas Bruna Gomes, Cinara Klein e Estela Santos. (Só clicar na foto)




domingo, 5 de julho de 2015

Como adequar os souvenir na decoração

De origem francesa, a palavra suvenir ou souvenir significa lembrança. São aqueles objetos característicos de um lugar que as pessoas trazem das viagens. Eles ajudam a resgatar as lembranças das férias inesquecíveis, por exemplo, além de denotarem a cultura de uma determinada região.

Muitos turistas têm verdadeiro fascínio pelos suvenires, pelo fato de serem objetos bonitos e atemporais, portanto, nunca saem de moda. Entretanto, muitas vezes, esses objetos não combinam com a decoração da casa e passam direto da mala de viagem para um caixa, ficando esquecidos no armário.

A arquiteta Marina Dubal dá dicas para aproveitar melhor os recursos dos suvenires - que preenchem os espaços com muito charme - e dar um up na decoração. "Peças com tons neutros, como branco, preto e cinza, ou os metálicos, que são forte tendência, se encaixam com facilidade em qualquer decoração. Peças minimalistas, com design limpo, também são mais fáceis de harmonizar. Mas tudo depende da proposta estética do ambiente", conta.

Sabendo da dificuldade dos clientes em adaptar ou mesmo comprar as peças que adquirem em viagens, alguns profissionais já prestam consultorias com o objetivo de auxiliarem os clientes nessa aquisição. "Essa orientação sobre qual peça deve comprar ou como deve dispor o elemento no espaço dá mais segurança ao cliente. Essa consultoria é cobrada por hora e feita muitas vezes por meio whatsapp", explica Iara Santos, designer de interiores.

Segundo a profissional, de modo geral, para aproveitar melhor as compras nas viagens e evitar gastos com supérfluos é necessário pesquisar antes em lojas locais que vendam suvenires, ou nas feiras de artesanato. "Existem muitas peças interessantes que, muitas vezes, podem ser bem mais caras na cidade de origem", alerta.

Marina finaliza: "Não existe uma receita do que deve ser evitado, tudo depende da proposta para o ambiente. Há uma grande diversidade de suvenires interessantes. Por isso, é sempre importante o acompanhamento profissional para que o ambiente não fique carregado, nem muito temático".

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Quase recuperando a paciência...


Gente, as pessoas não param de me surpreender. Quando o nível de recuperação da minha paciência chegar a 100%, talvez eu escreva sobre como as pessoas podem ser maravilhosas (e podem) e sobre como vemos exemplos de que o mundo não está perdido e, aliás, está evoluindo.

Como minha paciência está ainda em 60%, aproximadamente, vou falar mais uma coisinha sobre a grande polêmica da coloração das fotos no facebook. Sim porque um simples filtro virou uma polêmica.

O que me surpreendeu, nos últimos dias, foi a ingenuidade de algumas pessoas, compartilhando e achando absurdo uma notícia de que o facebook pode rastrear quem usou o tal filtro arco-íris, como vou apelidar ele aqui.

PelamordeDeus alguém me explica qual a grande surpresa na notícia de que o facebook pode rastrear quem usou o filtro de arco-íris e usar isso para vender anúncios?

O facebook filtra mil coisas que você faz na rede, amigo, ou como você acha que aparecem milagrosamente anúncios e sugestões de páginas que te interessam, indicações de amigos, etc, etc, etc?

 Nem foi o facebook que inventou a pesquisa de mercado (que nada mais é do que analisar os hábitos dos consumidores). Aliás, não é só o facebook que usa o facebook pra ter informações sobre uma pessoa.

As empresas fazem isso com candidatos a empregos, vc faz isso com candidatos a seu namorado (a), as marcas analisam o perfil das pessoas que as seguem na rede social. Quem se sente incomodado em ser rastreado deveria desistir das redes sociais.

Quando vejo coisas assim fico pensando que não é por acaso que a imprensa está cada vez menos qualificada. Esse tipo de matéria é o óbvio do óbvio com chamadas para criar espanto (tipo: cuidado você está sendo perseguido) e aí, de repente, vira uma coisa amplamente debatida e compartilhada.

E a fome mundial que alguns estavam frisando que é tão importante combater (e é), segue sem uma solução, né?